No fim das contas tudo o que queremos é ficar perto de alguém. Por isso, essa coisa de manter a distância e fingir que não ligamos uns para os outros? Normalmente é uma grande mentira. Nós escolhemos aqueles de quem queremos estar próximos e depois que escolhemos essas pessoas tendemos a permanecer perto delas, não importa o quanto as magoarmos. E as pessoas que permanecem ao seu lado, ao final de tudo? Essas são as pessoas que valem a pena ter por perto. É claro que, às vezes, perto pode ser perto demais. Mas às vezes, essa invasão do nosso espaço privado pode ser exatamente do que estamos precisando.
Ninguém acredita que a sua vida vai se realizar mais ou menos. Todos achamos que vamos nos sair muito bem e sempre ficamos cheios de expectativas. Expectativas sobre o caminho que vamos seguir, sobre aquele que vamos ajudar, sobre a diferença que vamos fazer. Grandes expectativas sobre quem seremos, aonde iremos. E então... chegamos lá. Todos achamos que vamos nos sair super bem e nos sentimos como que roubados, quando as nossas expectativas não dão certo. Mas, às vezes, nossas expectativas nos entregam. Às vezes, o esperado simplesmente empalidece em comparação ao inesperado. A gente fica pensando: “por que nos apegamos as expectativas?!” Porque o inesperado é o que nos mantém firmes. De pé. Imóveis. O esperado é só o começo. O inesperado... é o que muda nossas vidas.
Inevitavelmente existem momentos em que nos encontramos no meio da pior hipótese. Eu odeio esses momentos.
Vou contar um segredo: Para mim, todo mês era novembro. Era.
Nenhum comentário:
Postar um comentário