quinta-feira, 3 de abril de 2008

Sobre ter cães: Eles te amam. Eles se importam com você. Eles têm uma maneira super especial de pedir as coisas. Eles abanam o rabo quando estão felizes e eu acredito que seja uma das maneiras de expressar o amor deles. Eles precisam de atenção, mas não é um saco dar atenção pra eles, é algo extremamente prazeroso. Eles latem. Eles não falam. Eles não reclamam. Eles não brigam com você. Eles não são ingratos. Eles são dóceis. Eles são bonitos e fofos. Eles não se envergonham quando você fala com eles imitando voz de criança. Você se apaixona por eles, é inevitável. Eles conquistam você. Quando você está na garagem eles já estão na porta chorando e abandando o rabo. Quando você chega em casa eles vem caindo pelo corredor, correndo na sua direção, enquanto o resto da sua família nem ao menos olha pra você. Conviver com eles não vira um clichê e nunca cai na rotina. A única coisa que não é agradável é limpar as necessidades básicas dos mesmos e o fato de eles não tomarem banho sozinhos, mas isso se torna algo realmente pequeno perto da felicidade que eles lhe proporcionam.

Sobre ter filhos: Eles também te amam, não podemos negar. Mas eles são interesseiros, ingratos e sempre custam caro. Quando eles nascem eles já são caros e só cagam, comem e dormem. Mas não podemos negar que essa é a melhor fase deles. Depois disso eles começam a falar, conseqüentemente a pedir e perguntar o por quê das coisas. Você responde um por quê e ele pergunta “por quê?” até que você não agüenta mais e diz e distrai ele com alguma coisa. Se você vai ao shopping com eles é um caos. Eles querem absolutamente tudo e quando você não dá, eles choram. Sim, eles choram e muito. Eles falam “eu te odeio”. Eles são ingratos. Você os carrega por nove meses, depois disso ainda tem que parir. Eles te engordam e você ainda tem que amamentar. Quando são adolescentes, você tem praticamente tem um ataque por dia. Não querem estudar, na verdade, não querem nada com nada e ainda preferem ficar com os amigos a ficar com você. Quando se tornam adultos, esquecem do seu endereço e quando você está velho, você se torna um estorvo na vida deles. Isso sem contar que eles vivem muito tempo e até eles morrerem o mundo já acabou. Eu não to exagerando, eu tenho uma teoria e tanto sobre o aquecimento global e impactos ambientais... Mas isso fica para outro dia.

Depois ninguém entende por quê eu respondo que quero ter cães quando me perguntam sobre filhos.
Tenham um bom dia. =)

2 comentários:

Josy Poulain disse...

Não sei se pelos mesmos fatos, mas eu também quero ter cães ao invés de filhos...
:/

Anônimo disse...

Devido a seu ponto de vista, narcoléptico-juramentício, carregado de analogias osteictes-sulfúricas carregadas no molho de dendÊ, onde predominam a obscenidade retrospectiva do anacronismo supra nacional, que engloba osmoticamente regurgitando, desprendendo o caráter puberil-organoléptico-inter-linguístico da superintendência amazônida.Sua linguagem serepelética, nos oprime de forma inexoravelmente deleusiana sobre um prisma translúcido da ultra modernidade pre-socrática cubista presente nas escolas pirronistas do futuro não tão distante, mas que não virá agora-devido ao embargo gerinoléptico e ofídeo-glota universal transponível-oponível das abobadas ortogonormais impetradas e descabidas no despropósito constitucional do racionalismo sintético e aprioresco categórico-subjetivo-marxiano de Kant.Dito isto, ainda não conseguimos expressar-nos de forma cabivelmente satisfatória catódica da ultra salinidade das bases alcalinas, pois há entraves político-hermenêuticos-estrobofônicos-civilistas, de caráter aracnofóbico-inseticida-pluri-partidário-prescritivo ( num contexto hermepelético de Bohr anadracônico)alopático e precipitado-ostensivo funcional.
Tem-se com isso o pseudo-imitativo-coreográfico-polifônico-retrógrado-megamântrico da super-poligratividade das gradações invariáveis universais das ranhuras introspectivas do ensimesmado exterior exótico, através do atropofilismo ateu-didatorial do socialista-democrata independente.
Faz-se mister lembrar e não esquecer o episódio maiÊutico que nos diz a célebre frase : "o futuro a Deus pertence."

De : Marcelino pão-e-vinho, Tom e Jerry, índio Curimatã e o Alf.