quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Passa tempo, passa...

Sabe aqueles tempos que dá vontade de sumir? Sabe quando TUDO dá errado? TUDO? Meu Deus! Como eu odeio esses tempos! Maus tempos. A única coisa que salva no meio disso tudo é o Círio. Passando o Círio, acho que podia passar direto pro natal. Aí eu me livrava da unama, não me levem a mal, eu gosto de lá, mas pro meu bem, eu preciso sumir de lá temporariamente, aí ficava logo de férias e ia procurar algo que me interessasse pra fazer. Pensando bem, nem sei. Porque se eu ficasse de férias eu ia me sentir desocupada e improdutiva. Acho que se eu ficasse de férias, eu ia me dedicar a Grastonomia por uns tempos. Ok, as férias seriam bem-vindas. Eu ia ler uns livros, eu ia ver Grey’s Anatomy e todas as outras séries que já estão acumuladas. Se desse tempo, eu acho até que eu ia malhar diariamente, só pra eu não me sentir uma sedentária. Mas se eu ficasse de férias eu queria viajar. Na verdade, eu quero viajar mesmo. É verdade que quando a gente viaja a gente sente falta de casa como nunca, mas sei lá, eu ando tão afim de sumir esses tempos. Sumir, viajar, esquecer de tudo e de todos, até de onde eu moro, se duvidar. Sim, pela primeira vez (acho) eu admito que fugir da realidade seria uma das coisas mais bem-vindas na minha vida. Fala sério, não tem NADA de interessante acontecendo na minha vida neste momento. Nada mesmo. As minhas desventuras começam com a palavra “unanimidade”, passam por intriga da oposição, amor platônico, provas, trabalhos, muitas noites mal dormidas, olheiras, saudade... Enfim, minhas desventuras existem para todos os gostos! Aiaiaiaiaia. Isso tá me cansando. Pelo menos os problemas de saúde tomaram seus devidos rumos... Por falar em saúde, eu tenho uns exames pendentes, é bom eu arranjar tempo de fazer, porque do jeito que eu tô indo eu vou ficar doente por falta de prevenção e me juntarei a nossa sociedade medíocre que não se previne e quando chega num hospital já vai direto pra se internar. Ok, ok, eu tentei não falar sobre isso, agora já era, vamos mudar de assunto. A Maria que trabalha aqui em casa foi mordida por um rato. Não aqui em casa, mas mesmo assim, um rato! Que podre! Deus me livre. Ah, um episódio engraçado, eu tava no ônibus conversando com a Bianca, eu estava do lado da janela, um SER simplesmente me puxou pela janela! Tá, eu não sai pela janela também, mas eu me bati legal, por alguns segundos eu cheguei a pensar que essa pessoa me conhecia porque, por Deus, quem é que puxa alguém que está dentro do ônibus pela janela? Aí eu me dei ao trabalho de olhar pra ver quem era... Vocês acreditam que o cidadão me mandou um beijo e me deu tchau? ANIMAL. É por isso que esse país não vai pra frente.

Eu queria ser a Meredith (Grey’s. Quem não souber quem ela é que me desculpe, mas você é um autista/alienado). Claro que se eu fosse ela eu aproveitaria muito melhor as devidas oportunidades que caem de mãos beijadas em cima dela, mas eu queria ser ela. Ela tem tudo o que precisa pra ser feliz, ela só precisa ser feliz. E ela ainda complica isso. Fala sério. Ou então a Summer, de The O.C., aí eu casava com o Seth e ia ser feliz para sempre. Ah, eu queria ser a Bela Swan, casar com o vampiro Edward Cullen e ter aquele espetáculo super protetor na minha cola, jurando amor eterno, mesmo fazendo umas merdas de vez enquando, mas estando ali o tempo todo até o fim (literalmente). Credo, porque eu tô falando tanto sobre casais? Assim parece até que eu tô carente. Não, eu não to carente. Graças a Deus, por sinal, acho que eu tô é entrando em conflito comigo mesma pelo fato de ninguém me interessar o suficiente. Quando eu falo suficiente... Ah, é isso mesmo que eu quero dizer. Não tenho culpa por ser assim. Costumo de dizer que sou filha da vida... E é verdade. Não é que eu seja desiludida, é só que... Ah, homem não presta, tirando o papai, o Mayko, o Enorê e o Fabinho, então, tem mais é que pisar mesmo. E não vem me dizer que tem exceções porque eu sei que tem, mas as exceções... Aah, as exceções. Tá, deixa isso pra lá.

Cansei. Cansei. Cansei.

"Eu gosto tanto de você que até prefiro esconder, deixo assim ficar subentendido, é uma idéia que existe na cabeça e não tem a menor obrigação de acontecer. Se amanhã não for nada disso, caberá só a mim esquecer, eu vou sobreviver. O que eu ganho o que eu perco, ninguém precisa saber."
(Lulu Santos)

See you.

Um comentário:

Anônimo disse...

"Pode até parecer fraquesa..."


Pow.. nem eu to nas excessoes =/