segunda-feira, 15 de dezembro de 2008



Chuck: Não posso abraçá-lo? E se precisar de um abraço? Um abraço muda o seu dia.
Ned: Não sou fã de abraços.
Chuck: É como um Heimlich emocional. Alguém o envolve com os braços e lhe dá um aperto. Seus tremores e ansiedade saem de uma vez só e o aliviam.
Ned: É útil ter alguém fazendo isso se eu estiver sufocando. Mas você não pode me tocar.
Chuck: Quer dizer um beijo, nem pensar?
Ned: Perdi o fio do pensamento.
(...)
Chuck: Eu te beijaria se isso não fosse me matar”.

Me dá um abraço?
Pushing Daisies não deveria acabar. O mundo deveria ser assim, meio fantástico, surreal, com girassóis e, claro, muitas tortas.



Eu tenho uma mochila!
Pra quem não sabe, eu tô querendo uma mochila há muito tempo, tá? Mas eu sempre esquecia dela até eu precisar dela (todo dia?). Finalmente eu tenho uma. Isso é algo realmente bom.

A segunda boa notícia e que eu estou de férias. Isso é um verdadeiro alívio pra mim, mesmo com a minha terrível prova de TGE, as minhas médias ficaram todas acima de 8,0 e acho que isso é algo realmente bom. Estou evoluindo. Quando meu boletim tá bom é um peso a menos na minha vida (ou seria um piano a menos?), significa basicamente que eu tenho um bimestre de paz com a mamãe. Espero que continue assim.

A terceira boa notícia não existe.

É basicamente isso, estou de férias, logo, estou dando um play na minha vida.

Eu passei uma semana sem escrever aqui. Que estranho. Bom, dia 06 a Julie fez 09 anos e sexta, dia 12, a Larissa fez 24. E ontem foi dia 13 (L).

A família viajou quarta-feira. De lá pra cá eu estou “só”. Aspas porque veio uma tia ficar comigo. Mas levando em consideração que ela fica quieta, na dela o dia todo e que ela dorme 21h e que durante a semana eu chego em casa pelo menos 20h... Eu fiquei na maior parte do tempo só. Ontem a Izabella veio pra cá, ela me prometeu que ia dormir aqui e que a gente ia montar minha árvore de natal. Montamos, por sinal. Mas sei lá, não tá com clima de natal. O Enorê veio pra cá também. A gente assistiu filme. Um eu vi, o outro eu dormi, porque era muito chato e monótono. Hoje eu passei o dia no notebook, literalmente. Mexendo em músicas, arquivos, organizando algumas coisas e pelo visto ainda vai levar muito tempo pra organizar tudo que eu tenho pra organizar. Amanhã o papai, a mamãe e a Taíssa chegam. Eu tô com saudade deles, da Larissa também, claro, mesmo que eles sejam chatos de vez em quando, eles são realmente importantes. A Larissa só vem na quarta... Deu uma esticada por lá. Enfim, deixa eles pra lá.

Não tá com clima de Natal. Amo o natal, logo, odeio ter que admitir isso. Gente, tô me sentindo em setembro, fala sério. Se eu me sentisse em novembro ainda seria melhor, porque todo mês deveria ser novembro, mas não, tô me sentindo em setembro, início de primavera, um sol desgraçado, calor o dia todo e um monte de coisas pra fazer. Normalmente em dezembro fica mais nublado, eu escuto músicas natalinas até quando elas não tocam e eu sinto um clima mais leve, não sei explicar. É por isso que eu gosto do natal, porque tudo parece mais fácil, mesmo que não seja. Mas dessa vez, não tá nada assim. Tá tudo ao contrário. O mundo continua girando rápido demais pra mim ou eu que estou parada demais para o mundo? (eu sei, é só uma questão de referencial). Tá, vamos deixar de lado os comentários difíceis.

Eu tô com uma vontade estranha. Assim, eu sofro de vontades que vem do nada, não sei explicar. Eu tô com vontade de fazer uma coisa e parar o tempo. Parar o tempo nessa coisa para que essa coisa não termine enquanto eu não quiser que ela acabe (ia durar pra sempre, acho). Eu tô meio complexa hoje.




“No final das contas, um homem deve tomar uma atitude. Estou tomando a minha”. – 4.400.


Meu humor tá ridículo. Tô com vergonha de mim. Que dia é hoje?

p.s.: Mil vezes seriam poucas vezes. Eu faria mais.

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